Flamengo x Palmeiras se tornou um classico e dessa vez quem elvou a melhor com certeza foi o time verde de Abel Ferreira.
Gol letal aos 94′ fruto de ataque rápido e direto. A jogada nasce no centro e usa um passe longo para explorar a profundidade no corredor esquerdo. O penúltimo toque (4) acha Paulinho (5) perfeitamente posicionado na área para o arremate final. Eficiência em transição.

A rede do Palmeiras denuncia uma saída de bola pesada. O volume gravita excessivamente entre G. Gómez, Murilo, E. Martínez e M. Freitas. Posse estéril em ‘U’, que não quebra linhas e resulta no isolamento total de J. López.

A rede de ruptura expõe a dependência em M. Freitas. Diferente da posse estéril, as quebras de linha centralizam nele, buscando J. Arias e Arthur. Contudo, J. López segue com baixo impacto no último terço.

A evolução tática mostra um Palmeiras mais profundo no 2º tempo. A posse que antes morria em M. Freitas, avança para E. Martínez e J. López. A equipe abandona o ‘U’ passivo, empurra os meias e conecta o centroavante, agredindo o terço final com mais contundência.

O clustering consolida o padrão. Os clusters 1, 4 e 5 expõem forte concentração de passes curtos na base esquerda. Prova de uma posse conservadora, presa ao terço defensivo e sem agressividade para romper as linhas.

A rede em bloco baixo escancara o sufoco do Palmeiras no terço defensivo. Os passes circulam sem progressão entre C. Miguel, G. Gómez e Murilo. Essa inércia atrai até Arthur para a base, anulando a saída ofensiva.

A rede de bloco médio mostra o Palmeiras centralizando o jogo em M. Freitas. O fluxo de passes mantém um desenho contido entre os defensores e meias, revelando uma posse de bola que ainda carece de agressividade para romper linhas adversárias.

A rede de bloco alto mostra o Palmeiras congestionando o terço ofensivo com passes entre J. Arias, Arthur e A. Pereira. A estrutura demonstra uma intenção de pressionar, mas o fluxo de jogo se torna previsível nessa zona densa.

A rede de ruptura no bloco alto do Palmeiras revela uma intensa circulação entre J. Arias, Arthur e A. Pereira no terço ofensivo. Embora busquem agressividade, a concentração de passes nessa zona acaba limitando a variação do jogo.

A rede de conexões de Andreas Pereira destaca sua função como distribuidor central, com ligações fortes para Allan e M. Freitas. Ele conecta a base defensiva ao setor de criação, sendo o eixo fundamental para a circulação de bola da equipe.

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