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Competições Europeias

Como Carrick Conseguiu Levar o United ao 3º Lugar

A
Aldrei Peralta
04 de agosto de 2026
3 min de leitura
Como Carrick Conseguiu Levar o United ao 3º Lugar

Retorno garantido à UEFA Champions League. A arrancada do Manchester United na segunda metade da temporada 2025/26 foi um dos grandes destaques do futebol inglês. Sob o comando de Michael Carrick, nomeado interino em janeiro de 2026 e oficializado em maio, o clube saltou da 7ª para a 3ª colocação na Premier League, fechando o campeonato com 71 pontos e vaga direta na UEFA Champions League.

1. Como Carrick Conseguiu Levar o United ao 3º Lugar

A virada de chave do United esteve pautada em pragmatismo tático, simplificação de papéis e eficiência nas transições. Observando o mapa de Passing Flow da Campo Analítico anexado, fica evidente a estrutura de passe construída pela equipe:

2. O Que o Club Precisa para Manter o Top 3 e Fazer Boa Champions League

Para sustentabilidade em duas competições de alto nível (Premier League + fase de liga da UEFA Champions League), o United precisa resolver gargalos específicos que o mapa tático e as estatísticas da temporada expõem:

1. Proteção do Bloco Baixo e Sucessão no Primeiro Volante

O United sofreu 50 gols na última Premier League. Embora Casemiro tenha entregado momentos decisivos e gols cruciais, o calendário europeu exige um volante protetor de altíssima exigência física. O clube precisa de um “camisa 6” saudável que cubra a transição defensiva quando a equipe perde a posse com o bloco avançado na zona central.

2. Incremento de Infiltração Central no Terço Final

No mapa de Passing Flow, nota-se que a densidade de passes dentro da grande área adversária por vias centrais ainda é relativamente baixa se comparada à progressão pelas pontas. Adicionar um meia-atacante ou ponta interior com capacidade de associação curta e infiltração entre linhas aumentará a imprevisibilidade contra equipes que se fecham em bloco baixo europeu.

3. Profundidade de Elenco e Saúde Física nas Alas

O modelo de jogo de Carrick demanda grande intensidade dos laterais e pontas para dar largura e recompor. Trazer opções de rotação no mesmo nível técnico para as alas (tanto laterais quanto pontas) é indispensável para evitar queda de rendimento por acúmulo de minutos ou lesões ao longo dos 50+ jogos do ano.

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