O uso de sistemas de rastreamento por GPS no futebol gera volumes massivos de métricas físicas a cada treino e partida. Na Aula 1 | Como Analisar Dados do Catapult no R, do canal Campo Analítico, é demonstrado o fluxo de trabalho essencial para transformar exportações brutas do sistema Catapult em relatórios estatísticos reproduzíveis utilizando a linguagem R.
Tratamento de Dados e Estruturação no R O processo analítico inicia-se na higienização da planilha bruta [01:05], onde linhas de metadados são removidas antes do envio para o formato CSV. Dentro do RStudio, a importação é realizada via pacote readr [02:31], configurando delimitadores por vírgula e identificando dados ausentes (NA) entre as mais de 100 variáveis extraídas pelo dispositivo [03:42]. Com o ecossistema tidyverse ativado via library(tidyverse) [05:11], o fisiologista obtém diagnóstico imediato da estrutura dos dados através das funções names(), str() e glimpse() [08:32].
Exploração Descritiva e Métricas de Pico Ao isolar variáveis de alta intensidade, como o perfil de velocidade máxima (profile_max_velocity) em um data frame direcionado [11:30], o script permite extrair a estatística descritiva completa dos atletas [13:10]:
summary() para visualização imediata de quartis, médias e picos.mean()), amplitude (max() - min()), variância (var()) e desvio padrão (sd()) [14:21].hist()), boxplots (boxplot()) e distribuição de dispersão (plot()) [16:00].Impacto Prático no Cotidiano do Fisiologista A transição do trabalho puramente manual em planilhas para a programação em R reformula a rotina do departamento de fisiologia e preparação física:
Ao dominar a linguagem R, o profissional de fisiologia evolui de um mero operador de software de GPS para um analista de performance estratégico, respaldado por dados confiáveis para comissão técnica e departamento médico.
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