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Coaching

Alinhamento Tático : Filipe Luis

A
Aldrei Peralta
27 de maio de 2026
6 min de leitura
Alinhamento Tático :  Filipe Luis

Você sabe ler o impacto de uma alteração tática na sua equipe? O futebol moderno não perdoa quem analisa o jogo apenas no “feeling”.

Decodifiquei os dados estruturais da grande vitória do Flamengo por 3×1 contra o Chelsea no Super Mundial, mostrando exatamente como os padrões dinâmicos construíram o resultado:

O dado sem contexto é apenas ruído. O dado com a análise certa vira estratégia pura de elite

Gráfico “GOAL SEQUENCE”: finalizador Wallace Yan aos 82′. Campo dividido em 18 zonas. A jogada inicia na zona 12 (evento 1 com seta). Segue para a zona 18 com rápida troca de passes entre os pontos 2, 3 e 4. O gol é marcado no ponto 5 (em vermelho) na zona 17, com uma seta apontando para a rede.

Gráfico “PASSING NETWORK” do Flamengo. Mostra a rede de passes sobre o campo dividido em 18 zonas. Círculos representam a posição e o volume de passes de cada jogador (escala de 20 a 50 no rodapé). Linhas conectam os atletas, indicando a frequência de interações entre eles na partida.

Gráfico “RUPTURE NETWORK” do Flamengo. Mapeia a rede de passes que quebram linhas adversárias em campo dividido em 18 zonas. Círculos indicam o volume dessas ações por jogador (escala de 5.0 a 12.5 no rodapé). Destacam-se as fortes conexões ofensivas pelo lado direito com L. Araújo.

Gráfico “EVOLUÇÃO TÁTICA” do Flamengo. Compara o posicionamento e a rede de passes entre o 1º e o 2º tempo em um campo com 18 zonas. Círculos indicam o volume de passes por jogador. Mostra a variação estrutural da equipe e a mudança na dinâmica de conexões ao longo da partida.

Gráfico “PASS PIUSTERING” exibe os padrões de passes mais frequentes divididos em 6 agrupamentos (clusters). Cada um dos mini campos destaca, através de linhas cinzas e uma marcação vermelha específica, as principais regiões e trajetórias de circulação de bola utilizadas pela equipe.

Gráfico “PASSING NETWORK – BLOCO BAIXO” do Flamengo no terço defensivo (zonas 1 a 6). Círculos vermelhos indicam a posição média e o volume de passes (escala 10 a 20 no rodapé). Linhas espessas destacam a saída de bola concentrada entre o goleiro A. Rossi, L. Pereira e Danilo.

Gráfico “PASSING NETWORK – BLOCO MÉDIO” do Flamengo no terço médio (zonas 7 a 12). Círculos vermelhos indicam o volume de passes (escala 10 a 35 no rodapé). Destaca-se a forte centralização e distribuição através de Jorginho e as conexões verticais pelos lados com Wesley e L. Pereira.

Gráfico “PASSING NETWORK – BLOCO ALTO” do Flamengo no terço ofensivo (zonas 13 a 18). Círculos vermelhos mostram o volume de passes (escala de 4 a 8 no rodapé). Evidencia uma forte concentração e articulação de jogadas pelo lado direito do ataque, destacando-se a figura de L. Araújo.

Gráfico “CONTRIBUTION SHARE” do Flamengo. Mostra a participação % de cada jogador no total da equipe em cinco fundamentos. Jorginho lidera em recuperação de bola (23%) e Wesley em dribles (24%), enquanto Wesley e A. Lucas se destacam nas interceptações, ambos registrando 22% do total.

Gráfico “PASSING NETWORK – Gerson” detalha suas conexões com os companheiros em campo de 18 zonas. Linhas vermelhas partem dele, evidenciando forte associação no meio com Jorginho e E. Pulgar, além de apoios na direita com Wesley e Danilo, mapeando sua distribuição na partida.

Gráfico “Desempenho da Partida: Léo Pereira”. À esquerda, “Ações por Tempo” mostra equilíbrio (50% no 1º tempo, 50% no 2º tempo). À direita, “Zonas – Toque de Bola” revela mapa de calor com maior concentração no lado esquerdo do campo defensivo e intermediário, destacando-se a zona com 19%.

Gráfico “Análise de Passes: Distribuição em Campo” (Flamengo 3 x 1 Chelsea). Compara os passes tentados por Gerson e Léo Pereira. Setas no campo vertical indicam a origem e o destino das ações: Gerson concentra seus passes no corredor direito ofensivo, enquanto Léo Pereira atua na esquerda defensiva.

Gráfico “Flamengo – Análise Tática de Passes” (3×1 Chelsea). À esquerda, “DIREÇÃO E SENTIDO (PASSING FLOW)” mapeia o fluxo do jogo com pequenas setas. À direita, “DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DE AÇÕES” traz um mapa de calor por zonas, destacando maior atividade (8%) no lado esquerdo e no ataque.

Gráfico comparativo de erros por zonas. À esquerda, o campo do Chelsea destaca a zona 2 (sua própria área defensiva) com 16 erros mapeados em vermelho. À direita, o campo do Flamengo aponta a zona 11 (sua intermediária ofensiva) como a mais crítica, registrando 23 erros em vermelho.

“RELATÓRIO: EFICIÊNCIA NO ÚLTIMO TERÇO”. À esquerda, o mapa de calor por zonas UEFA mostra maior concentração de erros na zona 11 (32). No topo, a tabela aponta Luiz Araújo como o jogador com mais erros (9). Abaixo, a “DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL” indica o pico de erros entre os minutos 15′ e 30′.

Tabela “Flamengo: EFICIÊNCIA POR ZONA” (3×1 Chelsea). Divide o desempenho em três setores: Construção, Criação e Finalização. Mostra o total de passes, acertos e a % de eficiência por jogador. Danilo, Wesley, Gerson, Wallace Yan e Jorginho atingiram 100% de eficácia em suas respectivas zonas.

Gráfico “Goleiro do Chelsea (Robert Sánchez)” mapeia chutes no gol enfrentados. Círculos brancos são defesas e laranjas são os 3 gols sofridos. O tamanho indica a qualidade do chute. Foram 11 chutes enfrentados, xGOT sofrido de 6.74 e um saldo positivo de +3.74 gols evitados na partida.

Gráfico “DISTRIBUTION OF BALL OUTPUTS” compara a saída de bola no terço defensivo entre Chelsea e Flamengo. Dividido em três faixas verticais, mostra o Chelsea com 54% na primeira faixa, 40% na intermediária e 6% na frente, enquanto o Flamengo registra 59%, 35% e 7%, respectivamente.

Gráfico “Super Mundial – Flamengo 25/2026” exibe o mapa de finalizações (Shot map) e a qualidade do xG baseado no estilo The Athletic. Registra 24 chutes totais, com distância média de 16.4m, resultando em 4 gols marcados, um xG acumulado de 3.41 e média de 0.14 xG por chute efetuado.

Gráfico “PPDA & OPPONENT PASSES” analisa a pressão do Flamengo (3×1 Chelsea) em 6 blocos temporais. As barras cinzas indicam passes do oponente permitidos no próprio campo, e a linha vermelha mapeia a variação do PPDA. Destaca-se a forte pressão inicial, atingindo o menor PPDA (6.2) de 0′-15′.

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