No futebol moderno, onde os holofotes costumam perseguir os artilheiros, a verdadeira engrenagem de uma equipe muitas vezes reside no “coração” do campo. Uma análise profunda dos dados de Matheus Pereira da Silva, volante do Fortaleza, revela um jogador de altíssimo volume, polivalência tática e uma capacidade de equilíbrio que o coloca em uma prateleira de elite no cenário sul-americano em 2025.
Abaixo, dessecamos o perfil técnico do atleta através de cinco pilares estatísticos.
1. Mapa de Calor e Posicionamento: O Dono da “Faixa Esquerda”

Matheus não é um volante estático. Sua distribuição em campo mostra uma clara preferência pelo setor canhoto, atuando predominantemente como LDM (Left Defensive Midfield) em 55% do tempo.
O gráfico de posição indica que ele é a fundação da saída de bola do Fortaleza. Sua presença se estende desde a proteção à zaga até incursões como um meia centralizado (LCM – 10%), permitindo que o time mantenha a amplitude e tenha sempre uma opção de passe seguro no corredor esquerdo.
2. Rede de Conexões: O Hub da Transição

Matheus Pereira da Silva: Variabilidade no ano de 2025 em Fortaleza
No futebol moderno, onde os holofotes costumam perseguir os artilheiros, a verdadeira engrenagem de uma equipe muitas vezes reside no “coração” do campo. Uma análise profunda dos dados de Matheus Pereira da Silva, volante do Fortaleza, revela um jogador de altíssimo volume, polivalência tática e uma capacidade de equilíbrio que o coloca em uma prateleira de elite no cenário sul-americano em 2025.
Abaixo, dessecamos o perfil técnico do atleta através de cinco pilares estatísticos.
1. Mapa de Calor e Posicionamento: O Dono da “Faixa Esquerda”
Matheus não é um volante estático. Sua distribuição em campo mostra uma clara preferência pelo setor canhoto, atuando predominantemente como LDM (Left Defensive Midfield) em 55% do tempo.
O gráfico de posição indica que ele é a fundação da saída de bola do Fortaleza. Sua presença se estende desde a proteção à zaga até incursões como um meia centralizado (LCM – 10%), permitindo que o time mantenha a amplitude e tenha sempre uma opção de passe seguro no corredor esquerdo.
2. Rede de Conexões: O Hub da Transição
A “Passes Made and Movements Network” (Rede de Passes) é reveladora. Matheus atua como o principal distribuidor radial da equipe. As conexões mais fortes mostram uma triangulação vital com o meia-atacante (CAM) e os laterais.
- Ele é o responsável por “limpar” a jogada e acionar os setores criativos.
- Sua posição centralizada na rede de conexões sugere que ele dita o ritmo (o tempo) do jogo, sendo o jogador que mais recebe e distribui bolas sob pressão.
3. Performance em Números: Volume e Segurança

O “Score Geral” de 76 reflete uma regularidade impressionante. O que mais chama a atenção não são apenas os números brutos, mas os percentis:
- Interceptações (91º percentil): Matheus está entre os 9% melhores jogadores da liga neste quesito, provando uma leitura de jogo defensiva de elite.
- Passes e Conduções (81º e 79º percentis): Ele não apenas recupera a bola; ele a carrega para o ataque com qualidade. Com 832 passes registrados, ele é o motor de volume do Fortaleza.
4. O Perigo Oculto: xG e Finalização

Embora sua função primária seja defensiva e de transição, o “Shot Map” (Mapa de Chutes) traz um dado intrigante: um xG (Gols Esperados) de 2.5 para apenas 1 gol marcado.
- Isso indica que Matheus chega bem à frente, frequentemente finalizando da entrada da área (a “zona 14”).
- Com uma média de 0.21 xG por chute, ele seleciona bem suas oportunidades, não sendo um jogador que “desperdiça” a posse com chutes de qualquer lugar, mas sim alguém que busca infiltrações perigosas.
5. DNA de Elite: Comparações Globais

A análise de similaridade é, talvez, o ponto mais fascinante para o torcedor e para o mercado. O modelo aponta uma compatibilidade de 99% com Leandro Paredes (Boca Juniors/Seleção Argentina) e 95.5% com Éver Banega.
Essas comparações sugerem que Matheus Pereira é um “Regista” moderno: um jogador que possui o vigor físico para marcar, mas a técnica refinada de um camisa 10 para organizar o jogo de trás.
Matheus Pereira da Silva é o tipo de jogador que “faz o time jogar”. Seus dados de 2025 mostram um atleta em sua maturidade técnica, combinando uma defesa agressiva (interceptações) com um volume de jogo (passes e carregadas) que poucos volantes no Brasil conseguem sustentar. No Fortaleza, ele não é apenas um marcador; ele é o arquiteto do equilíbrio.
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