Quem na América do Sul é o substituto ideal para Vegetti?

A saída do Vegetti ela de fato foi um grande problema para a similaridade porque se você é critico a Everaldo do Fluminense ser um substituto logo de cara você se aficiona a característica de jogo de um jogo de transição que é o Vasco vs o jogo em progressão que é o Fluminense, por isso não se extrai o melhor do jogador e por isso um fato ambos não se afirmaram para ser o titular.

Suas ações em campo são bem preditivas algo que o padrão, um jogador que não sai da área e se perde muito tecnicamente, essa é a grande diferença a propriedade técnica do que realmente se tem que fazer além da posição, a diferença do jogo fixo do Vegetti para outros jogadores são unanimes, exemplo disso ele não possui força como Fernandão ou Washington o que é um grande problema se você pensa em solução para o ataque mais do que 2 funções.

Atualmente o seu Score é de fato muito bom, mas suas percepções de jogo não condiz com suas quantidades de gols que ele marca ou marcou, em times que são muito mais ofensivos e se mantem constante dentro do cenário acadêmico da analise de propor o jogo essa valências são o equilíbrio de fato do que se fazer, eu recomendaria ele para a equipe do Corinthians e novamente traria Pedro Raul para o Vasco e se adaptaria novamente, porque precisa orquestrar de fato a presença de área e jogar sem a bola e levar o jogador ao estresse, ou seja não importa se ele está perdendo gols e precisa treinar tecnicamente para ser competitivo.

Em Itaquera por exemplo, Vegetti faria muito mais gols porque toda hora seria escanteios e bolas paradas para ele marcar e a equipe aceitaria ter um jogador nulo em campo quando a bola está com o adversário.

Mapeamento de chutes no campeonato brasileiro

A forma como você define claramente sua organização em dados pode de fato transformar suas decisões cada vez mais inteligentes. Essa presença da estatística computacional no seu dia a dia é um fato principal para você se tornar um profissional completo. Estamos preocupados em estimular os profissionais a estudarem conceitos de Estatística Computacional e em consolidar essa cultura de dados dentro dos elencos de futebol. Se hoje sentimos que estamos sobrecarregando ou ‘forçando’ esses profissionais, é porque os tomadores de decisão não incentivam o desenvolvimento adequado. Isso se reflete na falta de remuneração compatível, na rejeição de estudos de caso baseados em necessidades reais ou no foco excessivo no imediatismo. Ao priorizar apenas o ‘agora’, ignora-se o planejamento de longo prazo, um problema relatado por inúmeros profissionais da área.


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